Scooters ganham cada vez mais espaço entre as mulheres

mulher em pé ao lado de uma scooter kymco branca, com prédio ao fundo

Presença feminina na categoria A cresceu 81,5% em nove anos e somam mais de 8 milhões, e as scooters podem ser uma porta de entrada para ainda mais mulheres no mundo das duas rodas.

Andar de motocicleta é uma opção que cresce cada vez mais entre as mulheres brasileiras. Há nove anos, 4.512.753 pessoas do gênero feminino tinham licença para pilotar. De acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), analisados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, até outubro do ano passado, esse número saltou para 8.190.135, o que representa um crescimento de 81,5% em nove anos.

Cada vez mais presentes nas ruas e avenidas do Brasil, as mulheres representam cerca de 31% dos compradores, segundo levantamento da Abraciclo. “As mulheres são mais exigentes e cuidadosas na hora da compra: querem um modelo que ofereça segurança, alto nível tecnológico e conforto, mas sem perder em design e praticidade”, comenta Marcos Fermanian, presidente da Associação.

E a Kymco Motos do Brasil, pensando em proporcionar tudo isso oferece modelos de baixa e média cilindradas para agradar todos os públicos. Scooters como a People GTi 300, Agility 200i, Downtown 300i e AK 550i, são excelentes escolhas para quem deseja o conforto e a praticidade para o dia a dia, mas também o desempenho e o estilo para aproveitar as estradas.

No ranking de produção de 2021, foram 107.285 unidades de scooters produzidas, volume 40,9% superior ao registrado em 2020. A artesã Priscila Loubach Tavares, de 35 anos, moradora do município de Alto Jequitibá, no interior de Minas Gerais, não abre mão do modelo. Ela conta que, há dois anos, realizou a “viagem da vida” até a terra natal, Londrina (PR). “Foram dois dias e meio na estrada. É preciso ter alguns cuidados como ficar na pista da direita e seguir um ritmo tranquilo. A scooter respondeu muito bem”, comenta.

Como Priscila, a auxiliar administrativo Debora de Sousa, de 43 anos, também é fã das scooters. Moradora da capital paulista, ela admite que nunca se imaginou pilotando uma motocicleta. Tudo mudou, quando ganhou um carro num sorteio. “Vendi meu prêmio e com o dinheiro, comprei uma scooter. Minha qualidade de vida deu um salto. Antes levava duas horas para ir de casa até o trabalho. Agora são 40 minutos. O tempo poderia ser menor, mas sou muito cautelosa e prezo pela minha segurança”, comemora.

A fotógrafa Fernanda Balster, de 38 anos, moradora da cidade do Rio de Janeiro (RJ), levou sua paixão pelas Scooters para a internet, quando criou, em março de 2020, o grupo Mulheres de Scooter, que hoje conta com mais de mil integrantes no Facebook e outras mil seguidoras no Instagram. “A proposta é trocar experiências, tirar dúvidas, promover encontros e unir o público feminino, que é cada vez maior no mundo motociclístico. As scooters acabam sendo uma porta de entrada para entrar no mundo das duas rodas”, destaca Fernanda.

 

Fonte: Abraciclo.